quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Considerações sobre...O Sexo Oral


Gosto de Broxes bem feitos! Ok, não é novidade. Estatisticamente está confirmado que os gajos adoram uma boa dedicação oral. Mas eu gosto mesmo muito de sentir a boca de uma mulher que se dedica afincadamente na arte de bem chupar. Daquelas que gulosamente tiram prazer em se lambuzarem com o sabor do meu membro. Já recebi presentes orais das mais variadas formas e devo confessar que há mulheres que sabem muito bem da arte de se dedicarem ao falo.O que me tira do serio é trocar um olhar profundo quando recebo o tal tratamento oral. Outras das viagens ao paraíso é receber o maravilhoso sobe e desce bocal atingir o clímax bem dentro de uma boca bem gulosa, que saboreia até a ultima gota o nosso liquido de vida. Nesta minha vida já ouvi diferentes opiniões femininas sobre o gostar ou não de o fazer, a maioria adora, a minoria faz com relutância. Raramente detestam. Da parte que me toca tanto gosto de ser servido como de servir a minha companheira de uma boa degustação sexual. Nasci em 69 já sabem, número mágico que simboliza uma das minhas posições preferidas e a arte do dar e receber.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Pro Versus Amador

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Mais Chocolate


Muitas vezes tenho sido desafiado para abraçar projectos interessantes, em quase todos eles dedico-me com a alma do tamanho das dimensões deste corpo. Na maioria das vezes vejo-me depois a carrega-los sozinho. Será que demoro mais tempo a fartar-me das coisas que me dão gozo? De qualquer modo, acho que as coisas tem que ser feitas com alma, sejam elas grandiosas ou de menor dimensão. Este pequeno desafio, que foi feito pela co-autora deste blog, abracei-o com toda a tusa, apesar dos dias difíceis que dificultam as mais pequenas rotinas, fui conseguindo roubar um tempinho para manter a nossa pré- estabelecida regra de ping-pong escrito. Infelizmente a motivação nunca é igual para todos, e o que leva a motivar uma pessoa, por vezes na outra não resulta da mesma forma. Assim, vejo-me na obrigação de alterar as regras deste blog e seguir a deixar aqui os meus textos adocicados e picantes.Nos proximos tempos terão menos baunilha no Blog, mas prometo enche-lo de chocolate. Para os apreciadores de tão afrodisíaco sabor, terão em mim a regularidade possível . Os que preferiam o gosto suave da Vanila, lamento, mas é provável que terão menos textos com sabores femininos. Quem sabe num futuro a coisa mude?


Docemente Teu


Chocolate

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Renascer das Cinzas




Labaredas ardem dentro

Consomem o mais profundo dos teus pilares

Sentes que se desmoronam as forças que te suportam

Perdes a noção das horas

Intoxicado pelo fumo denso da pobreza que te rodeia

Torna-se a visão desfocada e difusa

Que reprime o desejo de te desejar

Rendes-te ao abandono e deixas-te ficar

A ouvir o leve percutir do órgão que te obriga a continuar

Depois...Acordas e o dia é novamente azul

Renasce em ti um forte sentido de voltar a renascer
Voltam as forças que fazem continuar a procurar

Mesmo sabendo que para traz, ficou perdido o tempo que tive para te encontrar.



Docemente Teu

Chocolate

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Se tanto meu doi que as coisas passem...



Se tanto me dói que as coisas passem
Se tanto me dói que as coisas passem
É porque cada instante em mim foi vivo
Na busca de um bem definitivo
Em que as coisas de Amor se eternizassem...






Podia dizer muita coisa, mas desta vez, alguém o fez por mim e muito bem, Sophia de Mello Breyner escrevendo sobre mim, embora ela ,na altura, não o soubesse.






Um beijo
Vanilla


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Dias Afródisiacos


Não sei se o mesmo acontece com vocês, mas há daqueles dias que um gajo acorda com uma vontade louca de fazer sexo e durante todo o dia essa vontade só aumenta. Já deu para notarem que sou um gajo de muito líbido, e que não preciso de muito para ficar em ponto de rebuçado. Mas nesses dias, a vontade triplica. Não consigo noutra coisa noutra coisa e muitas vezes sou obrigado a pedir ajuda á mão á mão amiga, para acalmar o fogo posto. São dias em que, devíamos ter sempre alguém que nos pudesse entender e se prestasse a dar um apoio solidário. Alguém seguidora da idiologia que serviu de tema ao ultimo post da Vanila.
Para os que não tem a recursos femininos sempre prontos para a brincadeira em momentos de aflição, a coisa fica difícil. Isso mexer com o mau humor de muita gente. Não tenho duvidas que é o motivo da infelicidade de muita gentinha que encontramos por ai.
Se fossemos como os bichinhos, só tínhamos que buscar uma fêmea compatível .movida pela mesma química e física e... pimba! A coisa seria tão melhorse continuassemos a ser como os nossos primos primatas.Infelizmente construímos uma sociedade de convenções, preconceitos e moralismos. Nós os humanóides deviamos passar mais tempo a fazer amor, certamente teriamos menos vontade de fazer guerras , intrigas politicas e outras coisas negativas que transformam esta nossa vida terrena em algo menos agradável.
Sempre achei que os obstinados e odiosos, são seres sexualmente frustrados, pois, se estivessem rendidos aos prazeres carnais, talvez gostassem e respeitassem mais o outro. Pensar no outro é preocupar-se com o bem-estar de quem nos faz bem, e tudo isso em cadeia, faria um planeta cheio de amor e consequentemente de muitas mais quecas.
Há melhor sensação que a paz sentida depois do orgasmo? Nem um golo no último minuto do campeonato mundial de futebol, se assemelha á sensação de êxtase que recebemos na tal explosão de prazer. Por isso, continuo a adorar aqueles dias, em que só queremos comer a mulher que te faz ficar com pele de galinha e que te desregula todo o sistema de aquecimento central. Os dias em que trocavas tudo por uma manhã, tarde e noite de intensa maratona de êxtase e prazer.
Docemente teu
Chocolate

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Hedonismo

Hedonista vem do grego, esses gandas malucos inventaram palavrinhas para tudo que existe e, significa, aquele que procura prazer. Ora eu não procuro, mas também não o deixo perder-me de vista. O Hedonismo é uma doutrina que, defende que o prazer é o melhor meio, a base, a essência de atingir a Felicidade, o objectivo supremo do Homem.
A moral é regulada por esse modelo e portanto, tudo que nos dê prazer é correcto e o que nos provoca dor é imoral.
Esta forma de estar resulta da observação de que, todos os seres buscam prazer e evitam o sofrimento. Mas, mais do que viver em busca do prazer, para mim, ser hedonista é conseguir encontrar prazer nas mais pequenas coisas.
É preciso gostar de gostar!
O Hedonismo é um hino à vida e não uma entrega à promiscuidade, é a religião da Beleza e Harmonia, da Felicidade como Finalidade.
É um movimento gerador de mudanças, uma fuga da letargia, da monotonia e da não-criação. É erguer o olhar até aos limites da nossa imaginação, procurar uma felicidade que pressupõe uma preocupação com o outro, uma felicidade pessoal que implique de forma natural a felicidade dos outros, e por isso desde a maior obra de arte à mais pequena flor, experimentas felicidade e tão simplesmente os
outros sentem e entregam-se.
Não quero com isto dizer que, bonito bonito, é andar por ai com a tromba armada de um sorriso sem nexo e, a achar que está tudo lindo, obrigada. Mas é sem dúvida, perder menos tempo a discutir e mais a sentir a foda até cair. Claro, se o sexo vos der gozo, se não der...cheirem flores.
Noites de entrega ao prazer são boas, deixar entrar o cansaço só ao amanhecer é o que se espera, mas também existe o prazer da antecipação, o tantrismo,
que é das melhores coisinhas que o budismo e o hinduísmo têm.
Por isso, às vezes, ganha-se mais em esperar e imaginar uma bela ménage que, de facto, experimentar.
A ménage é um bicho pejado de regras.
E, por vezes, a malta falha com tanta imposição e condição.
Um gajo, tem dias e noites, que se vê aflito para corresponder a tanta tesão que uma mulher consegue ter, imaginem duas
e ainda por cima em competição.
Para que nada disto aconteça e o sonho não esmoreça, concordemos que, o gajo tem que ser um Senhor Gajo. Porque isto é mesmo assim, ou se tem, ou não se tem.
Eu também gostava muito de pintar como Picasso, mas só saem gatafunhos, embora insista em chamar de traço.
O homem e a mulher V têm que entender intrinsecamente o seu papel. Assegurar-se que o momento não termina em insatisfação e frustração.
Acho que muitos homens confundem, ménage, com cenários de um qualquer harém.
Já as mulheres fantasiam estar no meio de dois homens e com a dupla penetração, DP para os amigos...Aproveito para dizer que estou quase a fazer 29 anos e antes dos 30, gostava muito de estar com dois homens que fossem bissexuais, por uma noite. Até se me dá calor, dois homens másculos a trocarem carícias para mim.
Tenho que me entregar mais a este projecto, porque eles andam ai...
No entanto, é mais fácil um homem estar com duas mulheres, que uma mulher no meio de dois homens a partilhar território e comida. Porque os homens, infelizmente, são menos bissexuais que as senhoras e porque as mulheres sabem que é algo que excita os homens e dessa forma obtêm poder sobre uma das mais frequentes fantasias masculinas.
As mulheres não são meiguinhas quando se querem vir e, por vezes, o homem comete o erro de pensar que estamos ali para o servir.
É tão essencial escolher bem a terceira pessoa, como as duas primeiras darem-se bem
e estarem de comum acordo sobre o que realmente procuram com uma experiência dessas.
Todos têm que estar bem cientes que o ménage não é uma relação a três, mas sim dois mais um.
A timidez tem que ser banida por completo. Para mim, os orifícios deviam estar sempre à disposição...e digo isto precisamente por causa dos homens que ignoram prazeres imensos por mania, complexo ou fobia.
Convém conversar sobre o que se gosta, para não haver surpresas, mas tenho para comigo que bonito bonito é uma mulher bem disposta e um homem estarrecido.
É importante que, cada pessoa tenha contacto físico forte com pelo menos um dos participantes, durante todo o tempo. Para isso vale tudo: beijos, carícias, massagens... em todas as partes possíveis!
Porque sexo a três à vez, é foleiro e ninguém gosta de esperar.
Convém não ter limites de tempo e espaço e no final conversarem os três, de forma a que tudo fique processado,
evitando constrangimentos futuros.
É preciso saber viver e foder. A arte eleva o espirito e unifica as massas. O Homem supera-se através do sexo. E o sexo... é uma arte.

Um beijo,
Vanilla

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A Problemática do Trio: Duas para Um




O senso comum diz: - Um é pouco, Dois é bom e três são demais.
Mas como sou daqueles gajos que não acredita em convenções. Coloco no topo do meu ranking de fantasias uma bela “menage a trois”, na companhia de duas fogosas, insaciáveis e deslumbrantes bruxinhas. Ok! Todos sabemos que essa é a maior ambição de qualquer heterossexual no pleno da sua sexualidade. Qual o homem que não ambiciona tamanha benesse? Poucos são os afortunados que já tiveram a sorte de viajar por esses territórios de luxúria, a três. E esses poucos, quando falam do assunto, falam de um país das maravilhas. Que bela visão, ser presenteado com um show lésbico e depois ser convidado a participar num jogo a seis mãos, seis pernas; Três bocas e muitas outras coisas a multiplicar, para um.
Um dia numa conversa de amigos, afirmei que não iria chegar aos quarenta, sem ter vivido essa experiência três, agora que estou a nove meses de chegar a essa meta, parece-me cada vez mais difícil concretizar esse desejo. Por isso alargo o prazo porque a vontade ainda é a mesma.
Devo referir que já estive bem perto de realizar tão desejada fantasia. Varias vezes o projecto não passou das intenções. Numa delas a embarcação até ia a bom porto, mas uma das intervenientes abandonou o barco em pleno alto mar.
Duas amigas minhas confessaram que já tinham fantasiado e vontade de fazer sexo com um casal, mas nunca a concretizaram. É unânime que se recusem a ter a experiência com estranhos, no entanto, fazer com amigos e conhecidos a situação é complicada pois tem receio de ser uma experiência constragedora no dia seguinte. Mesmo as mais liberais e sem preconceitos, quando se deparam com uma situação concretizável, ponderam demasiado e optam por não seguir em frente. Outra amiga, à uns tempos atrás disse-me que já tinha chegado a combinar com uma colega procurarem um felizardo para uma noite tórrida a três. Imaginem que até chegaram a pensar em mim para o tal ambicionado trio. Entretanto mudaram de ideias porque uma delas começou uma relação séria (É preciso ter azar!). Perguntei:
- Se tens tanta vontade de fazer com a tua amiga, porque não fazes a proposta ao recém-namorado? Respondeu-me que os namorados não se partilham. Assim funcionam elas. E assim vão-se colocando na gaveta os mais íntimos desejos.
Eu que não me considero um ser egoísta, que não sofro de “ciúmite aguda”, sempre valorizei a partilha e acredito que quando muitas pessoas se encontram na mesma sintonia, fazem uma bela sinfonia.
Assim e como a procura masculina é muita e a oferta feminina pouca, reduzem as probabilidades de vir a ser um dos felizes contemplados. Como digo, por não apostar no Euro milhões nunca poderei ser milionário. Mas posso dar-me ao luxo de ser excêntrico e sonhar que um dia essa sorte grande, me toque a mim.
Docemente Teu...
Chocolate

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Analógica versus Lógica

Doce Chocolate, como sabes, para mim tudo é mental. E não costumo recorrer à psicologia, tão pouco à religião para explicar e compreender o que me rodeia. A minha fé está na Ciência e na História. Estas tudo nos respondem se, por acaso, conseguirmos fazer as perguntas certas.
O cérebro tem mistérios e capacidades desconhecidas e intrigantes e ao mesmo tempo uma simplicidade arrasadora, tal qual a perfeição que a Natureza dedicou à criação da mais pequena partícula, tudo em nós funciona em ciclos evidentes, por vezes não à primeira vista.
Nos últimos anos, homens e mulheres aproximaram-se, talvez, como nunca. As mentes masculinas e femininas são hoje 99% semelhantes. O que parece errado, ou a ser verdade, fantástico.
Contudo esse 1% visa sobretudo numa forma diferente de comunicar e expressar sentimentos.
A melhor maneira de ultrapassar consiste num esforço extra para entender e quiçá falar a língua do outro.
As mulheres não têm músculos tão fortes como os homens, mas no que toca a sentidos não há pai para nós. Usamos a zona esquerda e a direita em simultâneo, ao contrário de vocês que são muito dados à esquerda, a analítica e, temos sobretudo o olfacto apurado, que está relacionado directamente com as emoções, a memória e o sexo. Os circuitos cerebrais femininos viram faro sobretudo na altura da ovulação, para não ser maçuda, tem a ver com a amígdala, que é como que o dispositivo emocional do cérebro, que envia tudo para o hipocampo e estes nomes feios são muito sensíveis a odores. Ambos temos o sistema límbico, a única diferença é a testosterona que vos torna mais impulsivos e menos activos a nível mental, já as mulheres graças ao estrogénio e a ocitocina não param simplesmente de pensar a todo instante.
E eis que entra o belo do orgasmo, parece uma caça aos gambozinos pois esse filho da mãe, por vezes é difícil de apanhar. E a complicação é simples por esta razão, os dispositivos cerebrais têm que se desligar, só o cerebelo fica online para controlar as conexões musculares, mas de resto fecha tudo que a menina está prestes a vir-se. O que para quem vive os dias a pensar torna-se uma filha da putice de alcançar. Claro, depois de lá chegar, uma tipa vira bicho e desata a ter em versão múltipla oh yeahh.
Depois há os ciclos, depois há as porras das pílulas, as dores menstruais e a raiva. Sim a raiva até certo ponto é muito afrodisíaca, dar uma pinada, com muita mordidela e chapada é bom todos os dias, mas há a raiva passivo agressiva típica das mulheres. Os homens não sabem, mas as gajas nunca esquecem nada e como nunca deixam de pensar, na hora da cavalgada desatam a olhar para o fofinho e só lhes apetece desatar a falar, conversar como se não houvesse amanhã sobre o tal dia no cinema em que ela deixou cair as pipocas e ele não se dignou a comprar outras, ou mesmo aquela noite em que ele parecia ocupar-se em interrompe-la sempre que ela tentava falar, etc etc...confesso somos umas chatas. Vai daí pedimos colinho e mimo e paleio e o tipo coitado, sim coitado, porque é lembrar que são 100 vezes mais testosterona, fica ali com a paciência que não tem a ouvir a pikena, a dizer que sim e até a opinar e minutos depois já a bandeira vai alta e nós armadas em esquisitas. Acaba o moço em conversações com a Tânia e a Vanessa, vulgo mão esquerda e direita e nós frustradas porque não soubemos dar a volta à falta de sentido, mas com muita lógica, vulgo luas.
Penetrações, posições e tesões são iguais em todas as raças, muda o sentir e a gaja é um bicho de emoções e por vezes nem nós percebemos o que nos vai na alma e geralmente, a alma não tem culpa, são mesmo hormonas. Além de que, o jogo é fundamental, se tivermos em conta a necessidade de cogitar, alimentar a electricidade cerebral da mulher, é deveras recompensador. Outra coisa que nos entedia é a falta de objectivos, o vosso objectivo por natura é a pinada e após isso muitas vezes surge o desinteresse, o nosso é a conquista. Um homem nunca deve entregar os pontos todos, porque assim é como um jogo cujas etapas estão todas superadas. Isto apenas e só pelo bem da chamada pica. Uma mulher quando quer impressionar um homem é bastante criativa e insaciável. Essa nossa necessidade de objectivo mantém-se ao longo da relação e quando um homem não nos estimula, passamos a olhar para o raio que parta das pipocas e para os cabelos no ralo e a ter dores de cabeça...provavelmente de tanto pensar. Mas na verdade queremos tourada tanto ou mais que vocês, só que connosco o sexo começa muito antes.




Um beijo,
Vanilla

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Mitos Suburbanos - Parte 3: AS MULHERES NÃO VIERAM DE VÉNUS.


Sou capaz de agredir o próximo gajo que proferir a idiotice, que as mulheres vem todas do mesmo planeta, ou que sequer ouse teorizar sobre generalizações fáceis e fúteis de serem venusianas. Não acredito que esses adoráveis seres alienígenas terão vindo todas do mesmo lugar longínquo . Uma coisa tenho a certeza, nós os machos procriadores e heterossexuais, viemos provavelmente por tele- transporte, directamente de um mundo bem pragmático e quadrado. Tal a previsibilidade e semelhanças que partilhamos. Mas elas não, elas vieram de todos os lados, tal é a diversidade comportamental das fêmeas que nem mesmo elas se reconhecem umas às outras. Vou deixar-vos um exemplo bem claro. Falemos do meu tema preferido - Sexo. Não fazem ideia a diversidade de comportamentos femininos que já assisti durante o a minha curta vida sexual. Cronologicamente e sumariamente vou fazer uma descrição dos mesmos. Nesta listagem incluo somente as parceiras no qual mantive uma relação mais séria. Excluo as relações de ocasião, as menos importantes e as quecas de uma noite . Como sou um cavalheiro usarei pseudónimos para as identificar:

A Borboleta - Foi a minha primeira namorada a sério. Apesar de ter perdido a virgindade com uma estrangeira numa noite de loucura, onde praticamente fui violado. Tive a minha primeira verdadeira experiência de “Fazer o amor”com uma miúda pelo qual me apaixonei à primeira vista. A Borboleta visitava-me de tempos a tempos, pois vivia a 200 km de distância. As relações sexuais com ela eram um martírio. A mulher não se mexia , não se expressava, não gemia. Assemelhava-se a ter sexo com uma boneca insuflável e se eu não tomava a iniciativa, não passávamos do missionário . Comecei a pensar que as mudanças de posição na cama, eram invenções dos filmes pornográficos. Creio que durante a nossa relação nunca tenha tido um orgasmo . Durou pouco a experiência, pois a falta de iniciativa acabou por desgastar o namoro.

A Professora - Era colega de faculdade de uma amiga. 20 anos, bastante extrovertida. Rapidamente passamos de beijos fogosos a apalpões para longas noites de sexo. Foi a minha descoberta de um admirável mundo novo. A rapariga dominava toda a arte da prática de bem foder e pela primeira vez foi-me oferecido o prazer oral e anal. Um verdadeiro compendio de como dar prazer e gozar na cama no chão e na banheira. além disso tinha um desejo insaciável, levando-me a ter que dar o litro em maratonas sem fim no seu quarto de estudante. Agora penso que ela tinha comportamentos de ninfomaníaca, e não tardou a trocar-me por um outro novo escravo sexual. Foi a primeira multi-orgâsmica que conheci.

A Trintona - Eu que estava a meio das duas décadas e conheci acidentalmente esta mulher que já estava nos finais dos trinta. Voltei a ter um sorriso nos lábios. Esta mulher levava ao extremo a arte de bem foder. Misturava uma grande batalha campal com uma suave dança sexual. Partilhava comigo , filmes pornográficos, desejos secretos e não se importava de ser porca, quando tinha que ser Os orgasmos eram ensurdecedores quando tinha . A dependência por momentos como aqueles, levou-me a esquecer preocupantes comportamentos possessivos. E como não me sinto bem com coleiras, não durou muito.

A Confusa - a quarta era estranha. Vinha de uma relação complicada e apanhou-me numa altura em que somente queria provar a mim mesmo que poderia ter uma relação normal. As tentativas de sexo foram frustrantes. Nunca chegavam a um clímax, e as poucas vezes que tentamos ter sexo ela interrompeu com lágrimas de quem se culpa por se ter metido na cama com alguém que não ama. Naquela altura não queria amar, mas sim foder. Nunca deu mostras de ter chegado perto de um orgasmo.

A Mamalhuda - Confesso que esta relação bastante curta foi impulsionada pela minha obsessão pelas mamas da senhora. Os nossos encontros eram raros e fortuitos, esta parceira tinha uma postura de colaboradora, mas também não ia para além disso. Suponho que tenha sido o seu primeiro parceiro sexual, pois após a nossa primeira vez deparei-me com uma anormal e enorme mancha de sangue no banco de trás do automóvel. Nunca a perguntei, também nunca me disse.

A Psicóloga - A minha primeira imagem dela foi de que seria uma bomba na cama. Apaixonei-me bem rápido. Mas sexualmente, acabou por se tornar uma tremenda desilusão. Esta criatura recusava-se a fazer sexo oral, também limitava-se ao trivial. Não se expressava e não passava de raros leves gemidos quando eu a penetrava . Creio que nunca teve um orgasmo em dois anos de sexo.

A Mãezinha 1 - A minha sede por encontrar algo diferente, levou-me a este envolvimento. Saída de uma relação difícil, com uma filha e uma má experiência matrimonial com muita violência doméstica. A primeira vez que fomos para a cama, no calor da coisa saiu-me um palavrão, abrandou a cama, vestiu-se apressadamente depois de dizer-me que não estava a foder comigo, mas sim a fazer amor. Voltou dias mais tarde e acabou por querer foder. A Senhora, não tomava muito a iniciativa, duvido que tenha tido algum orgasmo comigo. Acabou por voltar para o tal marido violento.

A Solidária - foi a relação mais duradoura. Uma mulher sem complexos de qualquer forma, que me contou as suas anteriores experiência sexuais. Com ela o sexo era um divertimento a dois. Nunca estava demasiadamente cansada para deixar para amanhã aquilo que começávamos hoje. Novamente voltei a dar asas á imaginação. Tinha orgasmos intensos e duradouros. Pensamos em coisas alternativas, como o Swing e a menage, mas nunca colocamos em prática. A relação acabou sem dramas nem discussões.

A Maezinha 2 - Segunda Divorciada e com filhos que me relacionei..Completamente louca por sexo, uma entrega que agrada a qualquer homem. Veio-se a revelar-se uma hipocondríaca, preocupando-se com doenças sexualmente transmissíveis em excesso, quando já tinhas praticado quase todas as posições do Kama Sutra comigo. Mesmo assim era uma adepta dos acessórios e apostava na langerie e fantasias. Chegava a ter mais de dez orgasmos em meia hora. Tudo acabou com milhões de desculpas para poder voltar a um triângulo amoroso-sexual que mantinha à anos.

A Recente - A mulher que estive na cama com a maior diferença de idade da minha, mas nem por isso a mais inexperiente. Uma entrega total. Troca de palavras acaloradas e bastante colaborante, , sempre faz o que dá na gana e o que eu espero que faça, não se recusa a nada. Nem sempre gosta de ser dominadora, e muitas vezes espera as minhas investidas. Tem orgasmos intensos. Tem fases de bastante apetite e outras de menor.

Claro que poderia adicionar a esta lista outras aventuras menos importantes que vivi. Todas elas somente viriam a reforçar a ideia que, tanto sexualmente como socialmente, as mulheres mostram comportamentos tão diferentes e dispares que só podem ter vindo de universos diferentes. A esse facto, temos que adicionar o factor idade /maturidade e o factor temporal.
A mesma mulher em diferentes momentos da sua vida terá comportamentos completamente diferentes quando depara com uma situação semelhante.
Para mim, estes seres tão complexamente belos, são como um presente, só depois de desembrulharmos o embrulho é que ficamos a saber como é a prenda.
Docemente teu...
Chocolate