
Sou capaz de agredir o próximo gajo que proferir a idiotice, que as mulheres vem todas do mesmo planeta, ou que sequer ouse teorizar sobre generalizações fáceis e fúteis de serem venusianas. Não acredito que esses adoráveis seres alienígenas terão vindo todas do mesmo lugar longínquo . Uma coisa tenho a certeza, nós os machos procriadores e heterossexuais, viemos provavelmente por tele- transporte, directamente de um mundo bem pragmático e quadrado. Tal a previsibilidade e semelhanças que partilhamos. Mas elas não, elas vieram de todos os lados, tal é a diversidade comportamental das fêmeas que nem mesmo elas se reconhecem umas às outras. Vou deixar-vos um exemplo bem claro. Falemos do meu tema preferido - Sexo. Não fazem ideia a diversidade de comportamentos femininos que já assisti durante o a minha curta vida sexual. Cronologicamente e sumariamente vou fazer uma descrição dos mesmos. Nesta listagem incluo somente as parceiras no qual mantive uma relação mais séria. Excluo as relações de ocasião, as menos importantes e as quecas de uma noite . Como sou um cavalheiro usarei pseudónimos para as identificar:
A Borboleta - Foi a minha primeira namorada a sério. Apesar de ter perdido a virgindade com uma estrangeira numa noite de loucura, onde praticamente fui violado. Tive a minha primeira verdadeira experiência de “Fazer o amor”com uma miúda pelo qual me apaixonei à primeira vista. A Borboleta visitava-me de tempos a tempos, pois vivia a 200 km de distância. As relações sexuais com ela eram um martírio. A mulher não se mexia , não se expressava, não gemia. Assemelhava-se a ter sexo com uma boneca insuflável e se eu não tomava a iniciativa, não passávamos do missionário . Comecei a pensar que as mudanças de posição na cama, eram invenções dos filmes pornográficos. Creio que durante a nossa relação nunca tenha tido um orgasmo . Durou pouco a experiência, pois a falta de iniciativa acabou por desgastar o namoro.
A Professora - Era colega de faculdade de uma amiga. 20 anos, bastante extrovertida. Rapidamente passamos de beijos fogosos a apalpões para longas noites de sexo. Foi a minha descoberta de um admirável mundo novo. A rapariga dominava toda a arte da prática de bem foder e pela primeira vez foi-me oferecido o prazer oral e anal. Um verdadeiro compendio de como dar prazer e gozar na cama no chão e na banheira. além disso tinha um desejo insaciável, levando-me a ter que dar o litro em maratonas sem fim no seu quarto de estudante. Agora penso que ela tinha comportamentos de ninfomaníaca, e não tardou a trocar-me por um outro novo escravo sexual. Foi a primeira multi-orgâsmica que conheci.
A Trintona - Eu que estava a meio das duas décadas e conheci acidentalmente esta mulher que já estava nos finais dos trinta. Voltei a ter um sorriso nos lábios. Esta mulher levava ao extremo a arte de bem foder. Misturava uma grande batalha campal com uma suave dança sexual. Partilhava comigo , filmes pornográficos, desejos secretos e não se importava de ser porca, quando tinha que ser Os orgasmos eram ensurdecedores quando tinha . A dependência por momentos como aqueles, levou-me a esquecer preocupantes comportamentos possessivos. E como não me sinto bem com coleiras, não durou muito.
A Confusa - a quarta era estranha. Vinha de uma relação complicada e apanhou-me numa altura em que somente queria provar a mim mesmo que poderia ter uma relação normal. As tentativas de sexo foram frustrantes. Nunca chegavam a um clímax, e as poucas vezes que tentamos ter sexo ela interrompeu com lágrimas de quem se culpa por se ter metido na cama com alguém que não ama. Naquela altura não queria amar, mas sim foder. Nunca deu mostras de ter chegado perto de um orgasmo.
A Mamalhuda - Confesso que esta relação bastante curta foi impulsionada pela minha obsessão pelas mamas da senhora. Os nossos encontros eram raros e fortuitos, esta parceira tinha uma postura de colaboradora, mas também não ia para além disso. Suponho que tenha sido o seu primeiro parceiro sexual, pois após a nossa primeira vez deparei-me com uma anormal e enorme mancha de sangue no banco de trás do automóvel. Nunca a perguntei, também nunca me disse.
A Psicóloga - A minha primeira imagem dela foi de que seria uma bomba na cama. Apaixonei-me bem rápido. Mas sexualmente, acabou por se tornar uma tremenda desilusão. Esta criatura recusava-se a fazer sexo oral, também limitava-se ao trivial. Não se expressava e não passava de raros leves gemidos quando eu a penetrava . Creio que nunca teve um orgasmo em dois anos de sexo.
A Mãezinha 1 - A minha sede por encontrar algo diferente, levou-me a este envolvimento. Saída de uma relação difícil, com uma filha e uma má experiência matrimonial com muita violência doméstica. A primeira vez que fomos para a cama, no calor da coisa saiu-me um palavrão, abrandou a cama, vestiu-se apressadamente depois de dizer-me que não estava a foder comigo, mas sim a fazer amor. Voltou dias mais tarde e acabou por querer foder. A Senhora, não tomava muito a iniciativa, duvido que tenha tido algum orgasmo comigo. Acabou por voltar para o tal marido violento.
A Solidária - foi a relação mais duradoura. Uma mulher sem complexos de qualquer forma, que me contou as suas anteriores experiência sexuais. Com ela o sexo era um divertimento a dois. Nunca estava demasiadamente cansada para deixar para amanhã aquilo que começávamos hoje. Novamente voltei a dar asas á imaginação. Tinha orgasmos intensos e duradouros. Pensamos em coisas alternativas, como o Swing e a menage, mas nunca colocamos em prática. A relação acabou sem dramas nem discussões.
A Maezinha 2 - Segunda Divorciada e com filhos que me relacionei..Completamente louca por sexo, uma entrega que agrada a qualquer homem. Veio-se a revelar-se uma hipocondríaca, preocupando-se com doenças sexualmente transmissíveis em excesso, quando já tinhas praticado quase todas as posições do Kama Sutra comigo. Mesmo assim era uma adepta dos acessórios e apostava na langerie e fantasias. Chegava a ter mais de dez orgasmos em meia hora. Tudo acabou com milhões de desculpas para poder voltar a um triângulo amoroso-sexual que mantinha à anos.
A Recente - A mulher que estive na cama com a maior diferença de idade da minha, mas nem por isso a mais inexperiente. Uma entrega total. Troca de palavras acaloradas e bastante colaborante, , sempre faz o que dá na gana e o que eu espero que faça, não se recusa a nada. Nem sempre gosta de ser dominadora, e muitas vezes espera as minhas investidas. Tem orgasmos intensos. Tem fases de bastante apetite e outras de menor.
Claro que poderia adicionar a esta lista outras aventuras menos importantes que vivi. Todas elas somente viriam a reforçar a ideia que, tanto sexualmente como socialmente, as mulheres mostram comportamentos tão diferentes e dispares que só podem ter vindo de universos diferentes. A esse facto, temos que adicionar o factor idade /maturidade e o factor temporal.
A mesma mulher em diferentes momentos da sua vida terá comportamentos completamente diferentes quando depara com uma situação semelhante.
Para mim, estes seres tão complexamente belos, são como um presente, só depois de desembrulharmos o embrulho é que ficamos a saber como é a prenda.
Para mim, estes seres tão complexamente belos, são como um presente, só depois de desembrulharmos o embrulho é que ficamos a saber como é a prenda.
Docemente teu...
Chocolate
Chocolate


6 comentários:
nu e cru... um bom observador... mas fiquei sem perceber como tu és de facto perante tanta diversidade... curioso não ter lido em nenhuma dessas experiências a doçura e a ternura e o êxtase para além do orgasmo ;););)
Meu querido Chocolate...
como bem sabes sou uma mulher e não posso deixar de te dizer...
Por muito que nós mulheres tenhamos comportamentos diferentes, nunca te poderás esquecer que eles só acontecem quando o parceiro está à devida altura!
Sou uma mulher que não tenho complexos na cama, gosto da fantasia, da mistura e dos sabores só não gosto de dor... e no entanto apenas um ou dois homens na minha vida o souberam!
As verdadeiras relações de cama constróiem-se no tempo... como tu tão bem sabes!
Com um beijo
Ipsissimuss
Bem...
Um dia, alguem de quem acho não perceber nada do assunto!!!
Ofereceu-me um livro, (só para o não ir buscar, acho que o titulo é...ou vice versa...) " As mulheres são de Venús, os homens de Marte" !!!
Pois não concordo nada!? que me dizes?
Beijoca
Miss Lust
Querido querido Chocolate, pois...não somos, tão pouco vcs de Marte se quisermos ser literais, o que é sempre bom.
No entanto os Homens são de Marte e as Mulheres de Vénus é uma expressão ou metáfora que não estará incorrecta de todo, na minha opinião.
Somos diferentes, lidamos com o stress e emoçoes de forma diferente e as vezes quando encontramos alguém para partilhar a nossa vida tendemos a esquecer que realmente temos essa diferença e começam as discusões. Dai resumir tudo isto na expressão sao de Marte, são de Vénus.
E assim como, uma japonesa sendo do mesmo planeta que eu, me é exótica, estou certa que, tanto em Marte, como em Vénus há de tudo. Por isso...tu que iniciaste o post de forma tão...marciana testosterónica, ameaçando agredir e tal, vais-me fazer o quê se te disser que...sim, sim podem bem ser de Vénus? :)
Mais acrescento que deves ficar lindo irritado e calar-te com beijos é tudo que penso neste momento.
Vanilla
Realmente há mulheres loucas sim, mas tbm existem homens que por favor tenha dó, o que mais odeio em um homem é a falta de iniciativa dele, o tal de "_ depois eu faço amor!"(comodismo) isso é o ó,do mesmo jeito que vcs aguentam uma mulher faladora e chata, temos que aguentar homens com compulsão por sexo a hora que desejam e falta de romantismo(somos românticas ao extremo), isso de ambos os lados sempre terá a guerra dos sexos, nada é perfeito,mas bem que ambos poderiam ser mais atenciosos,(principalmente eles) as mulheres são mais detalhistas,e os homens desligados,(menos na hora do bem bom e quando há outros olhando as amadas)isso é um caos....Somos sim chatinhas mas vcs bem que poderiam ser melhores...um beijão dá que nasceu de 6 de junho ás 10 hs!!!kkkk
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