
I'm a bitch, I'm a lover
I'm a child, I'm a mother
I'm a sinner, I'm a saint
I do not feel ashamed
I do not feel ashamed
I'm your hell, I'm your dream
I'm nothing in between
You know you wouldn't want it any other way (...)
Alanis Morrissete “Bitch”
I'm nothing in between
You know you wouldn't want it any other way (...)
Alanis Morrissete “Bitch”
Pobres de nós. Que fomos aterrorizados desde tenra idade por estas mulheres tenebrosas e odiosas; feias e detestáveis, que assombravam qualquer conto de fadas que se preze. Bruxos eram poucos, mas bruxas más; madrastas e outras figuras femininas detestáveis povoavam o nosso imaginário. Eu gosto de Bruxas. Não falo daquelas desdentadas, encurvadas e com verrugas. Mas sim das verdadeiras feiticeiras que existiram e existem. As que sobreviveram ao preconceito católico que oprimia qualquer mulher com vontade própria e voluntariosa.
Santa Apolónia, nove da noite, depois de perder um comboio e entre um café e uma Imperial, a Vanilla falava-me na verdadeira origem das bruxas. Aquelas que as nossas avós nos assustavam para comer a sopa. Pois essas supostamente horrendas senhoras, eram o fruto da marginalização das populações dos tempos idos. Normalmente eram mulheres atraentes fogosas, lascivas e insaciáveis. Nesses tempos oprimidos, estas libertárias, dominavam, manipulavam e controlavam muitos infelizes e libidinosos cristãos . As gentes dessa época dizia que estas senhoras dominavam a Alquimia; A magia; hipnose as conjuras e outras mezinhas. Acredito que a única força que estas realmente deveriam possuir era uma imensa sabedoria na arte de seduzir e de satisfazer sexualmente. Imaginem nos tempos em que as pessoas dormiam de batina e que os casais davam as trancadas por um buraquinho cuidadosamente feito para o coito, encontrar uma maluca que ia do 69 ao mais dedicado e saboroso trabalho oral, tinha que virar a cabeça a qualquer devoto. A culpa era do feitiço. Assim as prendadas mães de família que não dominavam a mesma arte, tal como as mães de Bragança, tratavam logo de arranjar maneira de as fritar na fogueira, Com a ajuda do tal Clero, que mais interessado em sacar mais uns donativos para a paróquia e em comer criancinhas no escuro, lá ajudavam no julgamento público. Dão-me tusa as Bruxas más do nosso tempo. Porque se recusam a ser “Maria vai com as outras”; “Madalenas arrependidas” ou “Madres Teresa” . Respondem aos seus instintos e não tem que se comparar aos Homens. Aquelas, que abandonam a nossa cama pela manhã e nem deixam uma nota, ligam-te as 3 da manhã e dizem que querem foder. São as tais que espalham sedução e são vulgarmente chamadas de cabras.
Já tive algumas fadas más na minha vida, em que cometi o erro de as tentar domar. Erro meu, elas são como Mustangs na pradaria, que só carregam índios sem sela e só se estiverem para aí viradas. No entanto elas sabem ser generosas, fantasistas e agradáveis e isso é a razão do seu poder de atracção.
As libertações sexuais do nosso tempo foram feitas a conta gotas. As Mulheres, agora já não se deixam oprimir tao facilmente e acharam que queimar a concorrência não é solução, assim, imitam alguns comportamentos desses seres encantadores e adoptaram a máxima "uma Lady na mesa, uma Puta na cama".Mesmo assim, não existe competição possível, as lindas Bruxinhas, com a sua luxuriante inocência, continuam a destruir casamentos sem saber. Atenção não confundir as bruxinhas com as “Mulheres Tarântula”, apesar de muitas parecenças, a naturezas dessas outras é letal. São odiosas, amargas e calculista. Nem sempre tiram gozo das artes de alcova e sedução, pois os objectivos são outros, o prazer de fazer mal. Pululam por ai nos tempos de concorrência desleal. Querem ser mais frias que certos Homens e conseguem ser. Não gasto mais linhas com essa espécie menor.
As libertações sexuais do nosso tempo foram feitas a conta gotas. As Mulheres, agora já não se deixam oprimir tao facilmente e acharam que queimar a concorrência não é solução, assim, imitam alguns comportamentos desses seres encantadores e adoptaram a máxima "uma Lady na mesa, uma Puta na cama".Mesmo assim, não existe competição possível, as lindas Bruxinhas, com a sua luxuriante inocência, continuam a destruir casamentos sem saber. Atenção não confundir as bruxinhas com as “Mulheres Tarântula”, apesar de muitas parecenças, a naturezas dessas outras é letal. São odiosas, amargas e calculista. Nem sempre tiram gozo das artes de alcova e sedução, pois os objectivos são outros, o prazer de fazer mal. Pululam por ai nos tempos de concorrência desleal. Querem ser mais frias que certos Homens e conseguem ser. Não gasto mais linhas com essa espécie menor.
Queridas feiticeiras, que gozo tremendo sinto com esses joguinhos de sedução. Que bom receber uma mensagem tua a dizer:
・ Tenho vontade de ti, Gato!·
・ Tenho vontade de ti, Gato!·
Docemente Teu
Chocolate


3 comentários:
não acredito em bruxas... mas dizem que existem sim senhora... vá-se lá saber se não são apenas pessoas diferentes... e a diferença é sempre algo visto como a minoria, mistificado e marginalizado... muitas vezes com medo de não conseguirem também ser diferentes... e pior são as imitações ou as tentaivas de aproximações falhadas... enfim... nada como ser natural e livre de preferência!!!!!!!!!!
beijos doces ;-)
Gato...e não é que me ouves quando estou a falar!? :D
O meu feitiço não é maior que o teu, pois és mesmo chocolate - Comemos, devoramos e quando achamos que vamos parar, eis que nos apetece um pouquinho mais e mais e mais ;)
Beijo
Vanilla
Eu decidi ter o mundo a meus pés... da minha porta para fora, a classe nunca se perde, como uma bela senhora... da minha porta para dentro... os prazeres carnais nunca se perdem... tenham eles o feitiço que tiverem...
E assim reino e deixo saudades
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