
“the biggest fallacy, in relation to the identity of the black man, is in the conception of the big black phallus. "According to Johnson (a sea captain) in 1623, they were 'furnisht with such members as are after a short while burthersome unto them".12 This was another European mainstream concoction that "saw" the black male as a kind of three-legged monster. Rather than glorify their physicality, real or not, it made more sense to dehumanise the black man. In course, this myth sanctioned white men to maintain the upper hand and deterred white women from conjuring up desires of the "bigger is better" projection. Instead, they were repulsed by bestiality, and had no remorse for the capture and bondage of their loathsome subjects.”
O meu código genético coloca-me no grupo dos negróides; origem africana, sexo masculino. Para a maioria das caucasianos isso é sinónimo de - Pau grande; Imenso; Gigantesco; Assustador. Vocês sabem o que é viver com esse estigma? Quando até olhamos para o nosso pequeno companheiro e não vemos nada de desproporcional. Disse uma vez um afro-americano, que a lenda do “Grande Pau-preto”, foi criada por fazendeiros brancos no Novo Mundo, para afugentar as suas insatisfeitas mulheres, dos corpos nus e musculosos dos escravos que se passeavam pelas plantações. Uma coisa é certa, os mulatos não nasciam somente dos ventres das negras. Esse mito foi alicerçado, com o desenvolvimento da Indústria da pornografia, quando os castings a negros apresentavam somente um requisito. Pau Grande. Assim, os meninos de chocolate crescem, a olhar para o chocolatinho, com uma incógnita brutal, será que o meu tem as proporções exageradas, ou tenho um Pau-preto abaixo da média? Nos tempos do desporto juvenil em plena puberdade, desnudamo-nos com os nossos colegas e começamos de soslaio a comparar a coisa, e não vemos qualquer diferença, a não ser no tom mais escuro. É certo que num par de anos, a coisa começa a ganhar dimensões apresentáveis , a ponto de acordarmos e não conhecermos o nosso fiel amigo. Será grande o suficiente? Os entendidos diziam, quanto mais bateres, mais cresce! Por estarmos numa fase de competição masculina, vamos ganhando calo na mão direita e depois deixarmos coladas a maior parte das páginas da revista Gina, imaginamos ter um tão grande como o garanhão da revista. Quando chega a hora de usar o material da maneira apropriada chegam os medos. Será grande demais? Ou ela vai-se rir da coisa. Depois de tanta incógnita, chegamos à satisfatória conclusão que o tamanho não interessa. Pelo menos é o que elas dizem.Mas será bem assim? Então para quê tanta obsessão pelo tamanho?Uma amiga após uma noite de sexo inesperada mas satisfatória, disse-me que ficou um pouco surpreendida pela normalidade do meu chocolatinho. Em tom de admiração, referia-se as dimensões normais do dele. Enganada, pensava que o dito cujo seria proporcional aos meus 1.87m. Mas afinal o que é uma dimensão fora do normal? Muitas dizem que tudo que seja abaixo dos 15 centímetros é pouca coisa, outras que acima dos vinte dói muito. Mas afinal o tamanho importa ou não? Há entendidos que dizem que o prazer não está na penetração mas sim na fricção, Será que os defensores da teoria que o clítoris é que comanda, estão errados?
Por vezes, para matar o tempo e o vício, entro em chats daqueles virados para o engate, e numa de desbundar, adopto um nick que me identifica como garanhão negro. Não é que a maioria das supostas fêmeas que me interpelam, acabam por perguntar as dimensões da coisa! Tudo me leva a crer com estas campanhas de marketing que apostam na propagação do exagero estão a criar uma boa percentagem de Mulheres exageradas, a culpa é do Big Mac. O que é feita da teoria da língua e do dedo? Será que a crescente venda de vibradores King Size começa a meter-nos medo? Será que a mulher portuguesa está em mudança e vai começar a exigir as medidas exactas da pilinha em actividade e em descanso? Estão a ver, eu até já o chamo pelo diminutivo. Como já não bastasse preocuparmos com o problema do buraco de Ozono, vamos passar a queimar os neurónios com a problemática das dimensões do pénis do homem moderno. Muitos dirão, tu és preto não te preocupes, eu respondo - Eu quero é que ele não me falhe! e no dia em que o chocolatinho deixar de ter vontade própria, darei graças pela existência dos milagrosos comprimidos azuis. Sempre fui da classe trabalhadora por isso, já não me tira o sono a questão, gigante ou anão?
A mim o que me preocupa mesmo são as dores de cabeça femininas. Será que não podem inventar aspirinas de aplicação por sexo oral?
Docemente Teu
Chocolate


3 comentários:
Ah pois é...
Um mito e dos bem grandes.
Mas olha chocolate...a historia da dor de cabeça também não passa de um mito, de uma desculpa de mulheres e eu como mulher, confirmo isso...heheh
Está provado, testado e publicado por cientistas que o sexo, é o melhor remedio para a dor de cabeça.
Qual cumprimidos, qual qué! O melhor mesmo é o sexo, estimula o corpo, oxigena o cerebro, fazendo passar a tal dorzita, na grande maioria fingida e ainda dá um gozo do caraças...
Tudo natural, sem quimicos hehehe
Acham que há melhor!?
Não me parece.
Beijoca lambuzada aos carissimos e destintos amigos...
Doce doce chocolate, olha...afinal não. E quanto mais vivo mais agradeço o poder da informação.
Já viste eu pequenina, singela, quase inocente ser invadida por um mito?
Não era grave, teriamos que pensar no módulo de prestações. Mas pensar era uma chatice e tempo perdido. Mais a mais preservativos mith size são um balurdio e a malta nem fluidos desperdiça quanto mais euros.
Beijo
Vanilla
mas para que tu queres as aspirinas?? e preocupa-te mesmo as dores de cabeça?? e o tamnaho também??? e que tal gastar energias em ser um bom amante e não precisar de comprimidos?? se falhar paciência há sempre palnos B bastante satisfatórios... quando se concentra a atenção numa coisa acaba por correr mal... ;-)
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